Nazaré cidade da Fé.        

 
CAPELA DE SÃO ROQUE
 
A Capela de Nossa Senhora de Nazaré está situada no centro do Largo do Camamú, atual Praça Almirantes Muniz. O monumento localiza-se à margem esquerda do rio Jaguaripe, onde esta de frente para o rio.
Em 1753 é criada a freguesia de Nossa Senhora de Nazaré. O Padre José Loreato Cruz, em 1757, comunica aos seus superiores o deplorável estado da Capela, “que por remédio serve de Matriz”. Observa que além de ser antiga, devido a sua localização à margem do rio, está sujeita a inundações, tendo sido necessário por duas vezes tirar as imagens de canoa. Em 1919 é demolido o copiar da Capela.
Em 09 de março de 1962, a população de Nazaré solicita através de um abaixo-assinado a SPHAN- Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional a restauração do copiar da Capela, ao tempo em que pede que sejam inauguradas em 16 de agosto, nos festejos em homenagem a São Roque. Sob auspícios da SPHAN, em 1979, são realizadas obras de restauração do telhado e retirados os forros tripartidos de madeira das sacristias.
 
 



 
Cartas trocadas pelos Jesuítas atestam que até o ano de 1561, data em que o Bispo D. Pedro Leitão fez a primeira visita pastoral ao interior da Bahia, nada se sabia sobre o povoado de Nazaré nem tão pouco de sua religiosidade(...).
Depois do desbravamento real da região onde se deu apartir da segunda metade do século XVII, mais tarde com as notícias da aparição da Virgem de Nazaré, o povoado tornou-se alvo de crescentes romarias. Em 1649, Antônio de Brito, sucessor de Pedro Carneiro como propritário daquelas terras, e autorizado pelo Bispo D. Pedro Silva, construiu com a ajuda do povo uma Capela em honra a Nossa Senhora de Nazaré. Mediante a tantas bênçãos propiciadas aos participantes das romarias à capela: as notícias das graças alcançadas percorriam a região e atravessavam a Baía de Todos os Santos em direção a Capital.

 

 
A Igreja Matriz de Nossa Senhora de Nazaré foi iniciada na quarta parte do século XVIII e concluída suas obras, oitenta anos mais tarde. Sua planta é típica das Matrizes e Igrejas de irmandade daquele século: nave única, falso transepto e corredores laterais, encimados por tribunas, tudo inscrito num retângulo.
A Igreja Matriz de Nosssa Senhora da Purificação de Nazaré é relevante interesse arquitetônico.
De acordo com seu histórico arquitetônico, em 1753 é criada a freguesia de Nossa Senhora da Purifcação de Nazaré, com sede, originalmente, na Capela do Camamú. Em 5/4 de 1781, D. Maria I solicita ao governador D. Afonso Miguel de Portugal e Castro um parecer sobre o pedido do Vigário, José Torquatro Cruz, para vistoria da capela-mor da nova Matriz, (que até então era a Capela de Nossa Senhora de Nazaré, atualmente Igreja de São Roque) e auxílio para a construção da nave e compra de alfaias e paramentos.
Um dos sinos da Igreja trz esculpido o ano de 1790, supõe-se que seja o ano em que foram concluídas as obras inclusive, as torres do edifício.


 
Em 25 de maio de 1803, Manoel Jacinto Perez é nomeado pelo Presidente da Província, subistituto de Manoel Lourenço Nunes nas obras de "reparo", mas posteriormente paralisada por falta de recursos que em sua maioria eram doados pelos paroquianos. Já em 1864, a comissão das obras solicita ao Presidente da Província uma ajuda para concluir os trabalhos e, em 1866, conforme data gravada nos lavabos assinala os últimos acabamentos da Igreja.
Na segunda década do século passado, com o alargamento e rebaixamento da Rua D. Pedro II, a Matriz sofreu algumas alteraçõesque constituiram em: iluminaçãos das escadarias de acesso ao monumento,; transformação9 das duas portas laterais à portada em janelas rasgadas com balcões, e introdução de uma escada sob o coro, ligando a nave a rua.
De 1975 a 1976, sob os auspícios da comunidade religiosa nazarena, são realizadas as obras de recuperação do telhado e forro; restauração da talha; revestimento de mármore da nova escada de acesso; reparos gerais e pintura.
Anos a tás a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Purificação de Nazaré passou por uma recuperação através da cooperação da comunidade católica.
Atualmente foi restaurado o altar-mor e algumas imagens, sob responsabilidade da SPHAN (Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

 Fonte: Secretaria de Cultura de Nazaré.
 
 

"Para que eu tenha felicidade em minha vida. É preciso que Cristo cresça e eu diminua". (Cf.: Jo. 3, 29b-30).

 

 

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